segunda-feira, 14 de março de 2011

Eu e minhas paixões

Eu me apaixono por tanta gente e por tantas coisas, mas nem sempre “essas gentes” e essas coisas também se apaixonam por mim e, as vezes, “gentes” e coisas pelas quais não me apaixono, se apaixonam por mim. Vai entender esse mundo louco das paixões.
Tenho atraído paixões um pouco bizarras. A última, mais recente e que gamou, não me largando nem com macumba pesada, é uma virose que me deixa com uma tosse de cachorra louca no cio.
A última gente pela qual me apaixonei é uma criatura que, segundo a mulher do gerente de um dos milhares de bares onde eu encho a cara nessa pequena cidade metida a megalópole, “como assim esse fulano tem a petulância de não te querer? Filha, você é uma princesa, saia dessa”. Ok, ouvi os conselhos, me conformei em ser uma princesa e também pensei: “como assim esse fulano não me quer?” e já desapaixonei.
A última gente que eu me lembre ter se apaixonado por mim, essa não merece nem comentário, mas enfim, vou falar... é um, digamos, louco. Me perseguiu em todos os lugares físicos e virtuais. ME-DO! Querido, se você me liga 1 vez e eu não atendo, alguma hora vou ver que você ligou e, se quiser, te retorno, se não retornar é porque não quero falar com você. Você não precisa ligar 18 vezes do seu celular e depois ligar de um celular estranho e menos ainda deixar uma caixa de chocolate na minha portaria, ok?! O nome disso é: desespero, e depois dessa é mais fácil o Bin Laden dançar pagode com o Obama do que eu querer qualquer tipo de proximidade com a sua pessoa.
Entre essas paixões, ando tendo um caso de amor e ódio com o Villaça, inclusive como a tal virose passou o fim de semana comigo, então resolvi também passar o fim de semana com o Villaça e passamos um fim de semana a três, na cama, na mesa, no sofá e até mesmo no banheiro. O Villaça é um urbanista que ando lendo bastante, concordando e discordando das ideias dele. Às vezes morro de amores por ele e às vezes fico puta, ou melhor, fico freira, antes ficasse puta, né?! Mas enfim, entre tapas e beijos, ele me inspira bastante.
Enfim, continuo andando por esse mundo, procurando mais paixões e ao mesmo tempo fugindo loucamente delas e ando também querendo a sorte de um chofer de caminhão.
Sem mais a dizer e sem mais paixões por esse momento,
Larissa.

"Eu quero a sorte... eu quero a sorte de um chofer de caminhão"

12 comentários:

  1. Te desejo "a sorte de um amor tranquilo com sabor de fruta mordida"!

    Adorei o texto, friend! =)

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  2. Amei teu texto amiga!!!
    Muito mesmo!
    Não sei se te desejo amor tranquilo...tu quer?

    Beijos

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  3. kkkkkkkkk
    Amor tranquilo, não, amiga Amanda, plis.

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  4. Então eu te desejo um amor bem destranquilo, com muita ofensa e malícia.
    kkkkkkkkkkkkkkk ad infinitum
    A Grazi é muito sábia! (:
    Beijos

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  5. kkkkkkkkk Eu hein....povo esquisito!!!

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  6. Adoro, Ju!
    kkkkkkkkkkkkkk

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  7. E esquisito é ser tranquilo :P

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  8. "...pra me danar, por essa estrada, mundo afora ir embora, sem sair do meu lugar..." Gostei muito do texto, Laris!
    Adília

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  9. Amiga não é esquisito amor tranquilo...é gostoso demais!!! Mas cada um com sua escolha!!! Como diz a Ju, ofertas para a mulher moderna! kkkkk

    Beijos

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  10. Nós, mulheres modernas, apreciamos todos os tipos de amor.
    HAHAHAHAHAHAH
    Beijos

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  11. Amor tranquilo é ótimoo.. mas tenho que concordar com a amiga laris, um amor louco também é bom demais. Como diz sábia Ju... apreciamos mesmo!!! beijooos friends lindas. Miss Yu

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  12. "Nós, mulheres modernas, apreciamos todos os tipos de amor".
    hahahahahah
    Adoooooorooo!

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